TENHO LUCRO MAS NÃO TENHO DINHEIRO NA CONTA!

O primeiro pensamento de alguns empresários quando verificam a informação financeira da sua empresa é : Tenho lucro mas não tenho dinheiro na conta!

Normalmente isto acontece porque desconhecem como utilizar os mapas contabilísticos para a gestão diária do seu negócio e muitas vezes existe a tendência em utilizar estes mapas apenas para dar cumprimento às obrigações fiscais.

Porém, não deverá ser este o caminho a seguir, mas sim, utilizar esta informação financeira para apoiar a gestão da empresa e planear a sua tesouraria. Desta forma o gestor consegue avaliar a capacidade da empresa em gerar e utilizar o dinheiro honrando os seus compromissos.

1. Informação financeira
A empresa tem de elaborar e apresentar anualmente um conjunto de demonstrações financeiras, para este tema em concreto, vamos abordar as seguintes demonstrações:

 

  1. Demonstração dos resultados,
  2. Balanço,
  3. Demonstração dos fluxos de caixa.

 

 

 

a) A demonstração dos resultados tem como objetivo avaliar o desempenho da empresa, nomeadamente, apurar o resultado líquido do período, ou seja, se a empresa apresentou lucro ou prejuízo.

Esquematicamente, esta demonstração inclui duas categorias de elementos: os Rendimentos e os Gastos da empresa que nos permitem apurar o resultado líquido do período.

 

 

Resultado líquido do período = Rendimentos - Gastos
Se o resultado líquido do período for positivo, significa que a empresa apresenta LUCRO, este lucro do ponto de vista económico pode ser interessante, no entanto pode significar que não tem disponibilidade financeira.
O balanço tem como característica apresentar a posição financeira dos recursos utilizados, de que forma foram financiados e se a empresa consegue honrar com os seus compromissos.

Esta demonstração inclui três categorias de elementos:

  • ativos (recursos utilizados),
  • passivos e capitais próprios (quais as fontes de financiamento).

[Ativos = Passivos + Capital Próprio]

A demonstração dos fluxos de caixa tem como finalidade avaliar a qualidade da liquidez da empresa, ou seja, avaliar a capacidade de gerar e utilizar o dinheiro da empresa. Indica-nos o dinheiro gerado pela atividade operacional, o dinheiro gerado pelo financiamento e o dinheiro que paga os investimentos.

Sendo assim, a variação de caixa = Fluxos de caixa das atividades operacionais + Fluxos de caixa das atividades de investimento + Fluxos de caixa das actividades de financiamento

É por este motivo que os empresários podem encontrar neste mapa a resposta às suas questões: de onde veio o dinheiro e para onde foi o dinheiro”.

A demonstração de fluxos de caixa revela a disponibilidade financeira para assegurar e cumprir com as obrigações da empresa, enquanto que a demonstração de resultados indica-nos o resultado econômico, lucro (ou prejuízo). É por este motivo que podemos dizer que uma empresa pode apresentar lucro e não ter disponibilidade financeira.

2. Planeamento da tesouraria
A disponibilidade financeira pode ser assegurada se existir um plano de tesouraria, garantindo assim uma “almofada financeira” para o exercício normal da sua actividade.

Este plano não é difícil, não sendo necessário a ajuda de um profissional para o criar, pois as empresas são conhecedoras dos valores a receber e das despesas a pagar, como por exemplo, salários, empréstimos, fornecedores, etc…

Para ajudar a planear a sua tesouraria a VISEEON criou uma ferramenta prática que pode ser utilizada por qualquer pessoa.

Para evitar problemas na tesouraria, a VISEEON recomenda:

  • garantir uma reserva de tesouraria (caixa), nem que seja com recurso a financiamento extra, para reforço da “almofada financeira''.;
  • manter clientes e fornecedores satisfeitos, garantindo no entanto o equilíbrio entre apoio a clientes, satisfação dos fornecedores e equilíbrio das suas necessidades em fundo de maneio;
  • evitar gastos não essenciais (despesas de representação, etc);
  • investimentos e novos recrutamentos, só se imprescindíveis para o funcionamento, avaliar sempre se determinado gasto é investimento ou despesa, muito importante fazer um estudo de viabilidade económica e financeiro para os investimentos maiores;
  • gestão de stocks eficiente e cautelosa (para que não haja nem excesso, nem ruptura);
  • transformação dos custos fixos em custos variáveis, mesmo sacrificando um pouco a margem bruta;

3. Gestão da tesouraria com VISEEON.CASH
Para ajudar na gestão da tesouraria da sua empresa, a VISEEON desenvolveu uma ferramenta prática para todos os empresários clientes e não clientes da Viseeon.

Esta ferramenta permite-lhe:

  • Aceder a informação sempre atualizada sobre os pagamentos e recebimentos da sua empresa, sem perder horas com folhas de cálculo;
  • Integrar os dados do seu software com esta aplicação VISEEON.CASH;
  • Antever disponibilidades de tesouraria automaticamente e antecipar eventuais constrangimentos,
  • Prever o futuro de forma tranquila.

A principal vantagem em planear a tesouraria com a aplicação VISEEON.CASH é assegurar a liquidez a curto prazo da sua empresa, respondendo às questões: quais os valores a pagar e os que estão por receber, ou seja, ter a capacidade de “criar dinheiro” e responder a possíveis atrasos nos recebimentos ou pagamentos, através de uma ferramenta fácil de utilizar e sem os constrangimentos causados pelas tradicionais folhas de cálculo

Veja a demonstração da aplicação em: VISEEON.CASH

 

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